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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

*O Bêbado culto... **Essa é genial !!!**

*

Riqueza semântica



Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em

um caixote e começou seu discurso:



*- ** Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados,

reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou

assunto, o qual é transcendente, importante ou devida ou morte. O tópico,

tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação,

aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.



De repente, uma pessoa do público pergunta:



- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a

mesma coisa?



O candidato responde



- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível

cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc. A segunda é

para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que

estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural

muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

*

*De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:



- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou

razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic)

não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja

ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou

carinhoque o Sr. merece (hic) pode ir

agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou

bagulhos(hic) e

encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à

mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!*



*Mexe com quem tá quieto!!!...*

FEIJÃO

FEIJÃO




Ele tinha paixão por feijão,



mas ele lhe provocava muitos gases, criando



situações embaraçosas sempre que o



comia.







Um dia ele conheceu uma garota e



se apaixonou.







Mas pensou:



Ela nunca



vai se casar comigo se eu continuar desse



jeito.



'Então fez um sacrifí cio enorme e



deixou de comer feijão.







Pouco depois os



dois se casaram.







Passados alguns meses,



quando ele voltava para casa, seu carro



quebrou.







Ele telefonou para a esposa e



avisou que ia chegar mais tarde, pois



voltaria a pé.



No caminho de volta para casa,



passou por um



restaurante e o aroma



maravilhoso do feijão lhe atingiu em



cheio.



Como ainda estava distante de casa,



pensou que



qualquer efeito negativo passaria



antes de chegar.



Então entrou e comeu três



pratos fundos de feijão.







Durante todo o



caminho, foi para casa peidando,



feliz da



vida.



E quando chegou já se sentia bem



melhor.



A esposa o encontrou na porta e



parecia bastante excitada.



Ela



disse:







'Querido, o jantar hoje é uma



surpresa.'Então ela



lhe colocou uma venda nos



olhos e o levou até a mesa,



fazendo-o sentar-se na



cabeceira.







Nesse momento, aflito, ele



pressentiu que havia um novo peido a



caminho.







Quando a esposa estava prestes a



lhe remover a



venda , o telefone tocou ela foi



atender, mas antes o fez prometer que não



tiraria a venda enquanto não



voltasse.







Ele, claro, aproveitou a



oportunidade.



E, assim que ficou sozinho,



jogando seu peso para apenas uma perna,



soltou um senhor peido.







Não foi apenas



alto, mas também longo e picotado.



Parecia um



ovo fritando.



Com dificuldade para respirar,



devido a venda



apertada, ele tateou na mesa



procurando um guardanapo e começou a abanar



o ar em volta de si, para espantar o



cheiro.







Mas, logo em seguida, teve



vontade de soltar outro.



Levantou a perna



e...



RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!!...



Esse,



então, soou como um motor a diesel pegando



e cheirou ainda pior!...







Esperando



que o odor se dissipasse, ele voltou



a



sacudir os braços e o guardanapo,



freneticamente, numa animada



e ridí cula coreografia.







E



quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá



veio a vontade outra vez.







Como ouvia



a mulher, lá dentro, continuando a falar no



telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a



outra perna e mandou ver.







Desta vez



merecia medalha de ouro na



categoria.







Enxofre puro.







As



janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e



em dez segundos as flores no vaso sobre a



mesa estavam mortas.







Ouvido atento a



conversa da mulher no telefone, e mantendo



a promessa de nãoo tirar a venda , continuou



peidando e abanando os braços por mais uns três



minutos.



Quando ouviu a mulher se despedir no



telefone, já estava totalmente



aliviado.







Colocou o guardanapo suavemente



no colo, cruzou as mãos sobre ele e chegou



a sorrir vitorioso, estampando no rosto



a inocencia de um anjo.







Então a



esposa voltou a sala, pedindo desculpas



por ter demorado tanto ao telefone, e lhe



perguntou se ele havia tirado a venda e



olhado a mesa de jantar.







Quando teve a



certeza de que isso não havia



acontecido, ela



própria lhe removeu a venda e



gritou:







'SURPRESAAAA! '







'E ele,



finalmente, deu de cara com os



doze



convidados sentados a mesa para



comemorar



seu aniversário!!!!!!!!!!!!!!!!