*
Riqueza semântica
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em
um caixote e começou seu discurso:
*- ** Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados,
reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou
assunto, o qual é transcendente, importante ou devida ou morte. O tópico,
tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação,
aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a
mesma coisa?
O candidato responde
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível
cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc. A segunda é
para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que
estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural
muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
*
*De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou
razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic)
não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja
ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou
carinhoque o Sr. merece (hic) pode ir
agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou
bagulhos(hic) e
encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à
mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!*
*Mexe com quem tá quieto!!!...*
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
FEIJÃO
FEIJÃO
Ele tinha paixão por feijão,
mas ele lhe provocava muitos gases, criando
situações embaraçosas sempre que o
comia.
Um dia ele conheceu uma garota e
se apaixonou.
Mas pensou:
Ela nunca
vai se casar comigo se eu continuar desse
jeito.
'Então fez um sacrifí cio enorme e
deixou de comer feijão.
Pouco depois os
dois se casaram.
Passados alguns meses,
quando ele voltava para casa, seu carro
quebrou.
Ele telefonou para a esposa e
avisou que ia chegar mais tarde, pois
voltaria a pé.
No caminho de volta para casa,
passou por um
restaurante e o aroma
maravilhoso do feijão lhe atingiu em
cheio.
Como ainda estava distante de casa,
pensou que
qualquer efeito negativo passaria
antes de chegar.
Então entrou e comeu três
pratos fundos de feijão.
Durante todo o
caminho, foi para casa peidando,
feliz da
vida.
E quando chegou já se sentia bem
melhor.
A esposa o encontrou na porta e
parecia bastante excitada.
Ela
disse:
'Querido, o jantar hoje é uma
surpresa.'Então ela
lhe colocou uma venda nos
olhos e o levou até a mesa,
fazendo-o sentar-se na
cabeceira.
Nesse momento, aflito, ele
pressentiu que havia um novo peido a
caminho.
Quando a esposa estava prestes a
lhe remover a
venda , o telefone tocou ela foi
atender, mas antes o fez prometer que não
tiraria a venda enquanto não
voltasse.
Ele, claro, aproveitou a
oportunidade.
E, assim que ficou sozinho,
jogando seu peso para apenas uma perna,
soltou um senhor peido.
Não foi apenas
alto, mas também longo e picotado.
Parecia um
ovo fritando.
Com dificuldade para respirar,
devido a venda
apertada, ele tateou na mesa
procurando um guardanapo e começou a abanar
o ar em volta de si, para espantar o
cheiro.
Mas, logo em seguida, teve
vontade de soltar outro.
Levantou a perna
e...
RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!!...
Esse,
então, soou como um motor a diesel pegando
e cheirou ainda pior!...
Esperando
que o odor se dissipasse, ele voltou
a
sacudir os braços e o guardanapo,
freneticamente, numa animada
e ridí cula coreografia.
E
quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá
veio a vontade outra vez.
Como ouvia
a mulher, lá dentro, continuando a falar no
telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a
outra perna e mandou ver.
Desta vez
merecia medalha de ouro na
categoria.
Enxofre puro.
As
janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e
em dez segundos as flores no vaso sobre a
mesa estavam mortas.
Ouvido atento a
conversa da mulher no telefone, e mantendo
a promessa de nãoo tirar a venda , continuou
peidando e abanando os braços por mais uns três
minutos.
Quando ouviu a mulher se despedir no
telefone, já estava totalmente
aliviado.
Colocou o guardanapo suavemente
no colo, cruzou as mãos sobre ele e chegou
a sorrir vitorioso, estampando no rosto
a inocencia de um anjo.
Então a
esposa voltou a sala, pedindo desculpas
por ter demorado tanto ao telefone, e lhe
perguntou se ele havia tirado a venda e
olhado a mesa de jantar.
Quando teve a
certeza de que isso não havia
acontecido, ela
própria lhe removeu a venda e
gritou:
'SURPRESAAAA! '
'E ele,
finalmente, deu de cara com os
doze
convidados sentados a mesa para
comemorar
seu aniversário!!!!!!!!!!!!!!!!
Ele tinha paixão por feijão,
mas ele lhe provocava muitos gases, criando
situações embaraçosas sempre que o
comia.
Um dia ele conheceu uma garota e
se apaixonou.
Mas pensou:
Ela nunca
vai se casar comigo se eu continuar desse
jeito.
'Então fez um sacrifí cio enorme e
deixou de comer feijão.
Pouco depois os
dois se casaram.
Passados alguns meses,
quando ele voltava para casa, seu carro
quebrou.
Ele telefonou para a esposa e
avisou que ia chegar mais tarde, pois
voltaria a pé.
No caminho de volta para casa,
passou por um
restaurante e o aroma
maravilhoso do feijão lhe atingiu em
cheio.
Como ainda estava distante de casa,
pensou que
qualquer efeito negativo passaria
antes de chegar.
Então entrou e comeu três
pratos fundos de feijão.
Durante todo o
caminho, foi para casa peidando,
feliz da
vida.
E quando chegou já se sentia bem
melhor.
A esposa o encontrou na porta e
parecia bastante excitada.
Ela
disse:
'Querido, o jantar hoje é uma
surpresa.'Então ela
lhe colocou uma venda nos
olhos e o levou até a mesa,
fazendo-o sentar-se na
cabeceira.
Nesse momento, aflito, ele
pressentiu que havia um novo peido a
caminho.
Quando a esposa estava prestes a
lhe remover a
venda , o telefone tocou ela foi
atender, mas antes o fez prometer que não
tiraria a venda enquanto não
voltasse.
Ele, claro, aproveitou a
oportunidade.
E, assim que ficou sozinho,
jogando seu peso para apenas uma perna,
soltou um senhor peido.
Não foi apenas
alto, mas também longo e picotado.
Parecia um
ovo fritando.
Com dificuldade para respirar,
devido a venda
apertada, ele tateou na mesa
procurando um guardanapo e começou a abanar
o ar em volta de si, para espantar o
cheiro.
Mas, logo em seguida, teve
vontade de soltar outro.
Levantou a perna
e...
RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!!...
Esse,
então, soou como um motor a diesel pegando
e cheirou ainda pior!...
Esperando
que o odor se dissipasse, ele voltou
a
sacudir os braços e o guardanapo,
freneticamente, numa animada
e ridí cula coreografia.
E
quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá
veio a vontade outra vez.
Como ouvia
a mulher, lá dentro, continuando a falar no
telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a
outra perna e mandou ver.
Desta vez
merecia medalha de ouro na
categoria.
Enxofre puro.
As
janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e
em dez segundos as flores no vaso sobre a
mesa estavam mortas.
Ouvido atento a
conversa da mulher no telefone, e mantendo
a promessa de nãoo tirar a venda , continuou
peidando e abanando os braços por mais uns três
minutos.
Quando ouviu a mulher se despedir no
telefone, já estava totalmente
aliviado.
Colocou o guardanapo suavemente
no colo, cruzou as mãos sobre ele e chegou
a sorrir vitorioso, estampando no rosto
a inocencia de um anjo.
Então a
esposa voltou a sala, pedindo desculpas
por ter demorado tanto ao telefone, e lhe
perguntou se ele havia tirado a venda e
olhado a mesa de jantar.
Quando teve a
certeza de que isso não havia
acontecido, ela
própria lhe removeu a venda e
gritou:
'SURPRESAAAA! '
'E ele,
finalmente, deu de cara com os
doze
convidados sentados a mesa para
comemorar
seu aniversário!!!!!!!!!!!!!!!!
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